O paciente era um bebê de um mês de vida, do sexo masculino, sem comorbidades relatadas

A SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) confirmou a 5ª morte no Estado, na região de Dourados, distante 225 quilômetros de Campo Grande, por chikungunya. A morte estava em investigação, e o caso foi encerrado por critério laboratorial, após resultado liberado pelo Lacen-MS (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul).

Seis mortes

O paciente era um bebê de um mês de vida, do sexo masculino, sem comorbidades relatadas. Com esta confirmação, Mato Grosso do Sul registra seis óbitos confirmados por chikungunya em 2026. A sexta morte é de um morador de Bonito.

A SES reforça a importância das medidas de prevenção e controle do mosquito Aedes aegypti,
principal transmissor da doença, especialmente a eliminação de recipientes que possam acumular água parada em residências e áreas próximas.

A secretaria mantém monitoramento contínuo da situação epidemiológica no Estado e orienta que,
em caso de sintomas como febre, dores intensas nas articulações, dor de cabeça ou manchas na
pele, a população procure uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento adequado.

Dourados vive epidemia da doença e decretou emergência de saúde. A Força Nacional do SUS (Sistema Único de Saúde) atua na cidade.

Boletim epidemiológico municipal divulgado na terça-feira (24) mostra que Dourados acumula 1.286 casos prováveis de chikungunya, com 721 confirmações. A taxa de positividade chega a 76,8%. A maior parte dos casos está na Reserva Indígena da cidade, principalmente nas aldeias Jaguapiru e Bororó. Ao todo, 27 pessoas estavam internadas ontem (24), no município, com confirmação da doença.

Entre as outras quatro mortes registradas, há outro bebê, de três meses, que morreu no dia 10 de março. As outras vítimas de chikungunya em MS são idosos: uma mulher de 69, com morte registrada em 13 de fevereiro; um homem de 73 anos, que morreu em 9 de março; e outra mulher, falecida aos 60 anos, em 12 de março.

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