Campo Grande registra apenas dois casos prováveis da doença em 2026

Apesar do surto de epidemia da chikungunya em Mato Grosso do Sul, Campo Grande segue com baixa procura nas farmácias por repelentes, produto usado pra se proteger do mosquito Aedes aegypti. O Jornal Midiamax consultou unidades farmacêuticas da Capital nesta quarta-feira (1º), que relataram movimento padrão nos últimos dias.
A postura dos moradores campo-grandenses é diferente dos residentes de Dourados, por exemplo. No município, que já registrou cinco mortes por chikungunya em 2026, a demanda por repelentes e por remédios de dor e febre — sintomas comuns da arbovirose — aumentou muito recentemente.
A cidade de Dourados ultrapassou a marca de 2 mil casos prováveis da doença, com mais de mil já confirmados. Por outro lado, Campo Grande segue apenas com dois casos prováveis registrados. Um deles foi confirmado e o outro segue sob investigação.
Em Mato Grosso do Sul, 14 cidades enfrentam epidemia da doença, ou seja, possuem incidência superior a 300 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, o Estado registra 3.665 casos prováveis, com sete mortes, número 600% maior que em relação ao mesmo período do ano passado.
Apesar do surto em diversas cidades sul-mato-grossenses, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) afirma que Campo Grande vive um momento “confortável” em relação à doença. O cenário da chikungunya na Capital é considerado controlado, com apenas um caso confirmado em 2026 e outro em observação.
