Projétil atravessou telhado da residência; criança foi atendida na UPA e liberada após levar ponto

Menina de 7 anos foi atingida de raspão na cabeça por uma bala perdida na madrugada deste domingo (31), no Bairro Jardim Los Angeles, em Campo Grande. A criança dormia quando o disparo atravessou a estrutura da casa e o projétil acabou alcançando o quarto

Conforme consta no boletim de ocorrência, familiares ouviram três estampidos durante a madrugada. Ao verificar o que havia ocorrido, a avó encontrou a criança ferida e percebeu um buraco no telhado da residência, o que indicava a possível trajetória do projétil

A menina foi levada pela mãe para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Aero Rancho. Ela recebeu atendimento médico, levou pontos, fez curativo e foi liberada. O estado de saúde é estável e não há risco.

Buraco na calha da residência indica o ponto por onde o projétil teria passado antes de atingir a criança (Foto: Direto das Ruas)
O projétil foi encontrado pela família e entregue à polícia. A Polícia Militar esteve na região, mas ninguém foi localizado até o momento. O material foi recolhido para análise

O projétil foi encontrado pela família e entregue à polícia. A Polícia Militar esteve na região, mas ninguém foi localizado até o momento. O material foi recolhido para análise.

Ao Campo Grande News, a avó contou que a neta dormia de lado na cama quando foi atingida. “Foi bala perdida. Pegou na calha da casa, desceu e pegou ela. Se não, podia ter sido pior. Está bem, pegou só de raspão. Deu ponto, curativo e o médico liberou. Foi um milagre de Deus”

Marca no forro da casa mostra a possível trajetória da bala perdida (Foto: Direto das Ruas)

Ela relatou ainda que estava com os netos em casa no momento do disparo. “Era 2h30, ela estava dormindo comigo. Escutei o tiro, levantei com meu neto para ver o que tinha acontecido e ela levantou ferida. Aí que percebi que tinha sido atingida. Foi um susto. O projétil ficou preso no cabelinho dela”.

A avó afirmou que, no desespero, pensou apenas em socorrer a criança. “Ficou o buraco no forro da casa. Chamei o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), mas minha filha veio do Bairro São Conrado e levou ela para a UPA porque o socorro demorou muito”

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