O governo federal oficializou, nessa sexta-feira (3), a exoneração do vice-presidente Geraldo Alckmin do comando do (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e de Gleisi Hoffmann da SRI (Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República). As saídas foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União.

As exonerações fazem parte do processo de desincompatibilização previsto na legislação eleitoral, que exige o afastamento de ministros e ocupantes de cargos no Executivo até seis meses antes do pleito para quem pretende disputar as eleições.

Apesar de deixar o ministério, Alckmin permanece como vice-presidente no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e deve integrar novamente a chapa presidencial na tentativa de reeleição em 2026.

Já Gleisi Hoffmann é apontada como possível candidata a uma vaga no Senado pelo estado do Paraná. A saída do cargo abre caminho para sua participação direta no processo eleitoral.

As exonerações também fazem parte da reforma ministerial conduzida pelo Palácio do Planalto, que busca reorganizar a equipe de governo diante das eleições de 2026.

Durante a semana, o presidente Lula afirmou que pelo menos 18 ministros devem deixar seus cargos nos próximos meses para assumir “missões mais importantes”, em referência às candidaturas que devem disputar as eleições de outubro de 2026.

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