Bairros Guanandi e Nhanhá foram alvos da operação contra ‘gatos de energia’

A Operação ‘Força e Ordem’, deflagrada pelo 10º BPM (Batalhão de Polícia Militar), Polícia Civil e Energisa, no Jardim Nhanhá e Guanandi, em Campo Grande, terminou com nove pessoas na delegacia. A operação vera para combater o furto de energia elétrica, conhecido popularmente como ‘gato’, e fiscalizou diversos endereços na quinta-feira (27).

Segundo a PMMS (Polícia Militar de Mato Grosso do Sul), a operação foi deflagrada após um monitoramento preventivo revelar indícios de ligações clandestinas em vários imóveis da região. Assim, quatro viaturas policiais e cerca de 20 profissionais da concessionária de energia saíram em comboio pela cidade para fiscalizar os endereços.

“As irregularidades constatadas, conforme a Energisa, ocorreram principalmente em razão de ligações diretas realizadas após o corte do fornecimento regular, prática que burla o sistema de medição e gera riscos à segurança dos próprios moradores, além de prejuízos à coletividade”, explicou a PMMS ao Jornal Midiamax.

Ao término das fiscalizações, os locais com fornecimento irregular tiveram a energia interrompida e nove pessoas foram conduzidas para as unidades da 5ª DP (Delegacia de Polícia Civil) e Depac-Cepol (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro de Policiamento Especializado).

“A ação transcorreu de forma tranquila, sem registros de confrontos ou intercorrências graves, demonstrando a efetividade do trabalho integrado entre a Polícia Militar e a Energisa. A operação reforça o compromisso das instituições com o combate às práticas ilícitas, a preservação da ordem pública e a segurança da população”, reforçou a corporação.

Corte por falta de pagamento culminou em religamento irregular

De acordo com Denise Simões, relações institucionais da Energisa, houve um corte de energia no local devido à falta de pagamento e os moradores efetuaram o religamento irregular. A Energisa informa que ligações irregulares representam riscos à segurança de todos. Assim, a prática é crime conforme o código penal, com multa e reclusão de até cinco anos. O furto de energia também compromete o sistema elétrico e prejudica o fornecimento para clientes regulares.

“A fiação imprópria e ligada de forma direta na rede, pode causar choques, incêndios e até provocar acidentes fatais. A distribuidora reafirma seu compromisso com a sociedade, atuando de forma constante para manter o bem-estar de todos, através de um fornecimento de energia seguro, regular e constante”, destaca a concessionária.

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