Cardiologista de 78 anos foi detido inicialmente por posse de arma após fisioterapeuta ser encontrada morta

O cardiologista de 78 anos investigado pela morte da esposa, a fisioterapeuta Fabíola Marcotti, de 51 anos, foi preso preventivamente pela segunda vez durante a apuração do caso. A nova prisão foi decretada pela Justiça na sexta-feira (14), pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.

Fabíola foi encontrada morta no dia 18 de maio, em uma residência na região da Chácara dos Poderes, área rural de Campo Grande. Ela apresentava uma perfuração na região da cabeça, possivelmente provocada por disparo de arma de fogo. Naquele momento, as circunstâncias da morte ainda eram investigadas e não havia definição sobre suicídio ou possível feminicídio.

Na ocasião, o marido da vítima foi levado para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) por posse de arma de fogo. A Polícia Militar havia sido acionada para atender a ocorrência, e equipes da Deam e da Perícia Criminal estiveram na propriedade.

As investigações continuaram para esclarecer como Fabíola morreu e o que aconteceu dentro da residência. O caso passou a ser investigado pela Deam, com participação da Perícia Criminal e o inquérito ainda não foi concluído.

A nova prisão ocorrida na sexta-feira (14), após a Justiça decretar a prisão preventiva do cardiologista é a segunda desde o início da investigação. O médico permanece como investigado no caso.

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